O Partido Socialista apresenta na próxima sexta-feira o seu programa eleitoral e Comissão de Honra para as eleições de dia 1 de outubro, no Largo de Donães. Um momento marcante, simbólico e que diz muito sobre aquilo que pretende que seja o futuro do concelho.
Desde logo porque o fará num espaço público e aberto a todos os vimaranenses. Numa praça que foi alvo de remodelação ao longo do último mandato e foi devolvida à cidade. Um sítio devolvido aos vimaranenses que será palco da apresentação do programa para o concelho dos próximos anos.
Depois porque este é o resultado de um processo participado e prolongado no tempo. O PS não deixou de visitar instituições ao longo do mandato, ao mesmo tempo que os seus eleitos assumiram as suas funções no executivo municipal, assembleia municipal e órgãos das freguesias defendendo os interesses dos vimaranenses e cumprindo com os mandatos que lhes foram confiados.
Para além disso, ao longo dos últimos meses o Partido Socialista levou a cabo uma iniciativa a que chamou “Guimarães 2030” em que, nos vetores de ação e pensamento estratégico para o concelho que tem, reuniu centenas de participantes da sociedade civil, das associações, escolas, universidades, do setor público e privado, para debater o futuro da cidade até 2030. Essas reuniões não foram “para inglês ver” e dela saíram algumas das propostas concretas que agora compõem o programa eleitoral do Partido Socialista.
Estas iniciativas, e as propostas que delas resultaram, levam-me a outro ponto marcante e simbólico desta apresentação: O PS não pretende apresentar uma proposta apenas para quatro anos, mas sim para a cidade que pretende em 2030.
Uma data que não se prende com mandatos autárquicos. 2030 não é ano de eleições. O PS projeta o futuro sem se preocupar com lugares. O PS projeta o concelho que pretende para 2030, identifica o caminho que terá que percorrer para lá chegar, apresenta as propostas com que se compromete para os quatro anos seguintes, mas também qual o objetivo a longo prazo do seu programa.
Além do futuro, esta é uma proposta eleitoral que assenta também no passado e presente de Guimarães. O PS tem orgulho naquilo que representa na história da cidade e do concelho. A sua marca de futuro assenta, naturalmente, numa continuidade que constantemente desafia o futuro rasgando novos horizontes. Com verdade, sem megalomanias.
É uma continuidade, sim. Mas com mais ideias, mais projetos, mais conhecimento e mais vontade de fazer mais. O PS não quer continuar à frente dos destinos por querer. Nem alternância pela alternância. Tem uma visão para o futuro de Guimarães assente no trabalho que tem feito e sempre com novos projetos.
Por fim, juntamente com o Programa Eleitoral, Domingos Brangança vai apresentar a sua comissão de honra. No fundo, o atual e candidato a presidente da Câmara de Guimarães, vai juntar numa praça que devolveu à cidade a Comissão de Honra que o apoia, os candidatos que irão consigo a este combate eleitoral, o programa para os próximos quatro anos e para a cidade que pretende em 2030 e, por fim e mais importante, todos os vimaranenses que a ele se queiram juntar.
Marcante e simbólico. Será assim sexta-feira, 8 de setembro, pelas 21 horas no Largo de Donães. Lá estarei!
