GENTE VIGENTE

Por César Elias As pessoas transformam-se no mês de agosto. A vida hipnotiza-se. Há uma espécie de ecdise humana que larga um rasto do suor dos sentimentos, das lágrimas do trabalho e também da criação. A cidade é muito melhor do que nós, não se refresca nem rompe a atitude, apenas ferve, árida, muito inerte, imortalmente pasmada para o lugar das nuvens, azul. Parece haver no nosso “ermo” uma magnificência que se vê no passo do compasso dos dias deste mês. Talvez por sermos magníficos, nós, os cuidadores da terra, os jardineiros deste verde do mundo, deste socalco que não … Continuar a ler GENTE VIGENTE