Diana, Diana, Diana

O MEU SONHO É MORRER Já não há retractos. A hora corre ao passo do minuto diminuto. Não há tempo a perder Que este tempo está perdido. Tem vezes que mendigo, foragido, As vezes são de severa modernidade, Vezes de tempo esquecido. Houve tempo de retractos Onde Homens se faziam, Não como lábios em tela vazia Que nem dados de arremesso. Houve tempo dos Homens imortais, Imemoriais, Espectros do dia, sombras da madrugada, Nobres vultos dos sábados da rua grande da minha cidade. As ruas dos portões lambidos de verde, Das bacias de flores frescas, Do sabão exausto e esquecido … Continuar a ler Diana, Diana, Diana