O último fôlego do Portugal2020. Assim poderemos chamar à recente aprovação pela Comissão Europeia, da reprogramação dos atuais fundos comunitários ao abrigo do Portugal2020. Porquê agora? Por um lado, porque estávamos com taxas de compromisso de investimentos acima dos 90% e execução em cerca de um terço desse valor, o que significa que tínhamos grande parte do dinheiro disponível no atual quadro comunitário aprovado em candidaturas, mas ainda não executado pelos beneficiários, pelo que foi necessário fazer uma “limpeza” aos projetos que não são efetivamente para avançar. Por outro lado, houve a necessidade de reafetar verbas pensadas para determinadas linhas … Continuar a ler Reserva de Valor, por João Pedro Pinto