Amor, Toural e Caxinas De onde me encontro, deitada no conforto desta marquesa, no embalo das agulhas que me perfuram a pele e desenvolvem uma nova tatuagem, há a vista para o Toural. O Toural. O eterno Toural, que até nunca lhe havia dado grande importância quando era um arrojado labirinto de flores e assentos ondulados, é agora quase que como uma moldura, um Rembrandt. Daqui posso sentir amor. É que não digo aquele amor de paixão, ou amor de se ver, amor cárita ao quadrado, não, nada disso, digo, assim, ora, amor humano, um respeito amororso, diga-se. É como … Continuar a ler Diana, Diana, Diana