Diana, Diana, Diana

Na Virgindade do Ar E se alguém me dissesse que assistir a um filme, ainda que mais ou menos bom, na liberdade do espaço, na virgindade do ar, seja não mais do que uma indubitável desculpa para ter as pessoas bem perto, eu acreditaria. Isso, aqui pela terra, é já mais do que um culto ou uma boa tradição. É uma necessidade austera. Recebi o convite para o cinema ao ar livre numa mensagem de uma aplicação. Eu que até pensava ser possível que batessem à porta para tal solicitude. Que inocência a minha. Mas tudo bem. A duríssima realidade … Continuar a ler Diana, Diana, Diana

Diana, Diana, Diana

COMEDORES! Ainda em Guimarães. Apesar que triste saber de se ter ido alguém que muito me diz. Isso tento esquecer. Difícil. Tão difícil. Passo à frente. Hoje e alguns anteriores são dias de festa na cidade. Dias de desassossego. Dias da iluminação artificial e eloquente. São dias de ver as gentes que lambem fronteiras. Estes, estes dias amenos, a desejar um “surf” com os amigos em Àrvore, a pedir que nenhum bar corra a cortina, a convidar para cerveja tardia na tasquinha do Tio Júlio, são dias bons. Agosto, sempre Agosto de reencontros e ultra-disposto. É bom. Agosto é bom. … Continuar a ler Diana, Diana, Diana