A morte do homem que morreu No dia do óbito do homem que morreu já a morte o esperava, serena, expectante, rotundamente concentrada em compactar a ansiedade dentro de si, mesmo que agitada por estar prestes a receber o seu mais fresco companheiro. Todos os mortos possuem a sua morte. Uma voz ligeira e sossegada, uma voz que nunca excede o timbre daquilo que tem que ser a voz de uma morte, uma voz encoberta por um vulto que não se vê mas que se sente, uma voz que já foi de alguém, em vida, e que se havia transformado … Continuar a ler Diana, Diana, Diana