Diana, Diana, Diana

Um calendário esquecido Esta é uma história que sei. O pouco que saberei contar. O mundo é a nossa maior surpresa, uma coisa bela e terrível. E ter pessoas é a obrigação que mais conta. Ter uma cidade, uma vila, um lugar, uma rua, uma cama. Somos muitos. Imaculadamente, por volta das onze horas da claridade do dia, entrava no quarto a mulher do homem velho, sem avisos, sem modos, sem que deixasse entender se para ela seria um bom ou um mau dia. Era mais um dia em que aquele homem velho permanecia deitado na cama, quase esquecido, inerte. … Continuar a ler Diana, Diana, Diana