Diana, Diana, Diana
Vitória e não morrer Hoje foi um dia de futebol. Fez anos que não entrava no estádio. Alguém do meu coração tirou de uma cartola um bilhetinho para me oferecer. E eu lá fui, como nos velhos tempos, para o alto da bancada que se põe a sul. O meu velho cachecol que amarro ao pulso, o tremor do chão, os gritos e os sorrisos, os palavrões de vergonha alheia. Vitória! É uma alegria. Ganhamos, hoje, que marcamos três e os outros dois. Hoje foi um dia de futebol e com ele veio-me uma lembrança preocupante. Não é que no … Continuar a ler Diana, Diana, Diana
