Diana, Diana, Diana

Amanhã, Guimarães Em breve deixo Berlim. Finalmente decidi mergulhar nesta aplicação que me obrigou a deixar os cadernos lá em casa. E não é assim tão mau. Gosto das breves solidões neste aeroporto, do cheiro cremoso daquela humilde imitação do Starbucks. Mais difícil será ter bateria suficiente para o que quero confessar. Calvários de um iPhone. Deixo Berlim por uns dias rumo à minha terra natal, ao meu berço. Já vos conto. Deixo Berlim, deixo aquilo que no instante é a minha vida, a minha turbulência, aquele quarto, aquele apartamento, todas aquelas coisas carregadinhas de história para contar, empoiradas quando … Continuar a ler Diana, Diana, Diana