Diana, Diana, Diana

Issa Mei Issa, destruída, amargurada, rompida pelo punhal do amor, deixou quebrar o corpo rendido pelas quatro paredes do estúdio semiluxuoso. O fluído lacrimal passara de prantaria a manchas secas nos lençóis vexados, a muco morto em todos os cantos. A braveza da raiva e do arrependimento era visível na cómoda vazia, nas bugigangas derramadas às avessas pelo chão, na roupa mal tratada e mesclada por toda a parte, nas garrafas partidas e no cortinado sempre aberto, esquecido, só. O que se poderia chamar de sentimento, lascado nele mesmo, já não era certamente algo rente a paixão. O corpo, quase … Continuar a ler Diana, Diana, Diana